JÓ - XV - COLOCANDO PINGOS NOS ii

Формат документа: odt
Размер документа: 0.03 Мб





Прямая ссылка будет доступна
примерно через: 45 сек.




Теги: Jose Francisco Bortolato. fascículo de comentário sobre os capítulos 32 a 37 do livro de Jó
  • Сообщить о нарушении / Abuse
    Все документы на сайте взяты из открытых источников, которые размещаются пользователями. Приносим свои глубочайшие извинения, если Ваш документ был опубликован без Вашего на то согласия.

JÓ – XV – COLOCANDO PINGOS NOS ii
Jó capítulos 32 a 37
Encontramos em bibliotecas públicas grandes e famosas obras poéticas produzidas pela genialidade de homens e mulheres que se deixaram levar pelos ventos dessa arte, deixando-nos muitas pérolas de grande valor. A Ilíada, a Odisseia, Os Lusíadas, e muitas outras admiráveis obras nos fazem pasmar diante da beleza e da desenvoltura dos seus autores.
O livro de Jó é uma destas, que conseguiu transformar um drama da vida real em uma poesia, colocando assim a beleza sobre um fato de nuances cruéis e desinteressantes, de modo a nos despertar, nos animar e apreciarmos o seu conteúdo, analisando-o e colocando-o na balança da Justiça, para bem aproveitarmos aquilo que de bom poderíamos receber.
Esse drama contado em lindos versos contém diálogos, discussões ferrenhas que envolvem temas sérios, e no seu final nos desvenda alguns erros, gafes cometidas por alguns dos interlocutores, o que nos chama à atenção, e o faz de muito proveito para nós, pessoas que têm de conviver e com o sofrimento neste mundo e interpretá-lo com imparcialidade e honestidade.
O caso ocorreu em época não bem definida, mas com toda certeza nos dias anteriores à nossa Era, isto é, nos tempos do Antigo Testamento, na região da Arábia de então.
Os homens falam muito, às vezes até demais, e nessa multidão de palavras não faltam asneiras, entre um acerto e outro.
Nos capítulos de 3 a 31 do livro de Jó lemos vários discursos escritos em versos, de forma magnífica, estupendamente genial, os quais colocam em ordem cronológica os diálogos que trocaram ideias ideias entre si: Jó, Elifaz, Bildade e Zofar.
As falas de cada um destes estampou discussões acirradas acerca do sofrimento humano, suas causas e efeitos, adicionados de lamentávels acusações contra um homem que foi despojado de seus bens, perdeu todos os seus filhos de uma só feita, e jazia enfermo sobre um monte de cinzas, com suas vestes rasgadas em sinal de desconsolação, remoendo um grave sentimento de luto e quebrantamento dentro de seu espírito.
Aquele encontro entre eles deveria ter sido de profundo respeito e solidarização para com o amigo sofredor, mas em vez disso, acabou tornando-se em um fórum de acusações e defesas, tal como se tivessem improvisado um tribunal particular de justiça, naquele local de convívio entre eles.
Impelidos pelo seu senso de justiça, os três amigos não cansaram de intimidar, com acusações contra Jó, dizendo que este pecou gravemente e por esta causa é que tudo aquilo despencou do céu para tratá-lo com rigor e aplicar a punição devida ao comportamento reprovável que ele então estava objetivando ocultar.
Jó, indignado e até um pouco revoltado, não aceitou receber esta impugnação, atestando com o pouco vigor que ainda lhe restava, afirmando que não merecia esse tipo de tratamento, tanto da parte de Deus como também da de seus três amigos.
Os amigos então, sem misericórdia, passam a acusá-lo de estar tentando encobrir os seus atos que teriam dado causa àquele estado de miséria e desamparo de Deus, no qual Jó havia caído.

A filosofia de vida deles sempre insistia na lei de semeadura e colheita. Estava tudo voltado para essa lei de bate-e-volta, e sua visão estava simplesmente bitolada dentro desse princípio – mas Jó não se conformava com essa ideia, talvez como um pioneiro que questionava a justiça estabelecida com base neste princípio, que, a seu ver, já estava mui caduco.
Tanto forçaram Jó a defender-se, que ele por fim escreveu a sua defesa, assinou-a, e como se estivesse perante o Tribunal Celeste, e a colocou diante de Deus, pois cria piamente que o Juiz dos Juízes havia cometido um engano ao deixá-lo a penar no estado em que estava.
Na ocasião Jó ousou desafiar a Deus com seus argumentos de autojustificativa, o que fez com que os três amigos se espantassem, e, de acordo com seus pontos de vista, isto poderia acarretar na decretação da sua morte precoce e o fim do amigo. Assim, eles todos se aquietaram estupefatos, diante da apelação a que Jó lançou mão, uns esperando que um raio vindo do céu ou um terremoto aniquilasse totalmente ao mesmo, em uma ação vingativa que duraria poucos segundos.
O tempo, porém, foi passando, e como nada acontecia, ficou aquela última palavra da defesa de Jó prevalecendo sobre as críticas desferidas pelos três.
Uma quinta figura então desponta a falar. Seu nome, Eliú, significa “Ele é o meu Deus”, em hebraico. Era um jovem que se identificava como proveniente da tribo de Buz, e da família de Rão (conforme Rute 4:19, este é o nome de um ancestral do rei Davi, possivelmente comum naquela região do Oriente Médio).
Ele ouviu atentamente todos os discursos de Jó e de seus três amigos, e ao final destes ficou irado, ao ver que aqueles três não deram conta de calar a boca do homem que se defendia das acusações de um modo um tanto irônico e até mesmo revoltoso.
Afinal as muitas palavras ditas de forma tão eloquentes traziam, em seu conteúdo, verdades e falsidades entremeadas entre si de modo quase que imperceptível aos olhos de muitos, .
Eliú então rompeu aquele silêncio, e começou a desenvolver um longo discurso que veio a ocupar seis capítulos do livro, a grosso molde cerca de quatorze por cento da obra literária.
Ele, antes de tudo, diz ter esperado a vez de falar, porque seria o mais jovem dos presentes participantes do debate. Ele queria ter ouvido o que a sabedoria dos mais experientes tinha a dizer, ouviu, e ficou extremamente insatisfeito, desgostoso, e... irado!
Mesmo tendo aquele respeito para com os mais velhos, ele toma as palavras de Jó 12:12-13 como uma licença para reforçá-las, e dizer que a sabedoria não estaria com os de idade avançada – e realmente Eliú passou a mostrar uma oratória notável, muito bem dominada e desprendida com admirável fluência verbal.
Eliú não tinha a mesma experiência que traziam Jó e seus amigos, mas ele atestava que o que o estava movendo era um outro fator que superava a performance dos quatro: o discernimento do Espírito de Deus.
Quando alguém diz que Deus está lhe dando palavras inspiradas ao seu espírito, isso faz despertar a atenção dos que o ouvem, e os outros quatro então pararam para ouvi-lo.
Ele estava como um odre velho, cheio de vinho novo, prestes a estourar com a pressão interior. Ele mal pôde conter-se, pois tinha muito para falar.
Seu discurso começa então a colocar melhor algumas coisas, destruindo uma tese, e reformando outra. Uma destas foi ao desfazer-se da proposta dos três amigos de Jó, que dizia que o sofrimento era sinônimo de castigo divino. Na verdade, Deus permite os desgostos da vida com o propósito educativo, para nos ensinar alguma verdade dantes ignorada.
Eliú procura postar-se como alguém imparcial, o que realmente tentou fazer, mas como todo ser humano que era, não percebeu que sua ira o colocara em uma posição que não demonstrou neutralidade.
Sua prédica, portanto, embora imperfeita no sentido teológico, tinha um ponto de equilíbrio que faltou a Jó e seus três amigos, uma quinta opinião que logrou evitar algumas distorções.
Para Eliú, Jó colocou-se como um homem impassível de culpa, limpo, sem transgressão, puro e sem iniquidade, o que logo o perturbou, pois percebeu naquele homem sofredor uma certa jactância, apesar que Jó não se autointitulava perfeito e impecável. Na verdade, Jó não teria dito exatamente isto, mas quase isto...
Eliú levanta a tese que alega que Deus exprime a Sua vontade ao homem, de três modos: (1). através do sofrimento; (2). em sonhos e visões da noite; e (3) através de um anjo intercessor; a fim de que o receptor dessas revelações não se ensoberbeça, e seja livre de uma morte rápida ou imediata (33:15-28). Assim ele pressupõe que Deus já Se teria manifestado a Jó e a seus três companheiros, mas estes não Lhe deram a atenção devida.
Uma das afirmações de Jó que mais atraiu críticas, e indignação dos demais era a de que …. “sou justo, e Deus tirou o meu direito... sou tido por mentiroso e minha ferida é incurável, sem que haja pecado em mim.” (34:5-6)
Isto foi o mesmo que dizer que Deus é injusto. Açulou a ira de Eliú, e por isso este discordou com veemência, e atribuiu a essas palavras um valor depreciativo, como um ato de perversos.
Jó também chegou a dizer que … “de nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus” (9:22-23).
A essas asseverações audaciosas de Jó, Eliú repudia-as e defende a tese de que na verdade Deus não procede maliciosamente e nem perverte o juízo, pois se assim fosse, Ele já teria exterminado completamente a raça humana de sobre a face da Terra.
Ademais, seria uma tentativa muito sujeita a ser repreendida rigorosamente, se um homem chegasse a tratar a Deus da mesma maneira com que trata aos homens seus demais, às vezes chegando a chamá-Lo de vil ou perverso, uma vez que isso não é sábio fazer-se – nem mesmo com alguns homens quais sejam reis nesta Terra...
Se não faltamos com uma boa educação quando tratamos com homens dotados de algum poder neste mundo, muito menos devemos fazê-lo quando nos dirigimos a Deus. Isto seria um non sense.
Eliú então muda o rumo de sua fala, altera o foco principal, e ressalta que é muito bom observarmos aquilo que Deus faz, para nos conscientizarmos quanto à nossa pequenez diante dEle, e como devemos medir as nossas palavras, antes de as pronunciarmos em Sua presença.

No verso 20 do capítulo 34, lemos uma citação que parece ter-se referido à morte dos primogênitos, narrada em Êxodo 12:29. Isto nos leva a concluir que muitos dos predicados atribuídos à grandeza do Senhor por Eliú não eram apenas fruto de mera especulação, ou de imaginação fértil, com vistas a embelezar um quadro poético, mas sim, de relatos das proezas que Ele realmente faz, e poderá fazer quando assim Lhe aprouver.
Assim Deus quebranta os fortes (v. 24), fere-os como a perversos (v.26), ouvindo o clamor dos pobres e o lamento dos aflitos, da maneira que julga conveniente.
Isso Deus faz quando quer, e Ele se dá o direito de aquietar-Se quando achar que assim deve fazê-lo, e ninguém há que O impeça ou O obrigue a agir com rapidez, porque nEle reside o atributo da Suprema Soberania acima de todos os homens, e ninguém mais no mundo carrega tal característica; portanto, tenhamos cuidado e reverência ao nos dirigirmos a Ele.
Eliú lembrou então de palavras ditas por Jó que fizeram deste um homem reprovado por lançar mão das mesmas, fazendo-se culpado de exercer juízo mal elaborado com relação à Pessoa Divina, com quem dantes tinha grande comunhão, gozando de íntima amizade, mas agora julgava-O como a um inimigo feroz e cruel (conforme Jó 9:24; 10:17; 13:24; 16:7-9; 23:16; 24:12 e 31:35).
Realmente, Eliú chegou ao ponto fraco de Jó, e o descreveu abertamente, mas não ofereceu a Jó um desconto disso, pelas dores da alma e do corpo que o mesmo vinha sofrendo, antes imputando-lhe maiores culpas ainda, qualificando-o de “rebelde”...
Realmente, as queixas de Jó deixaram implícito que ele colocava a sua própria justiça, seu padrão de ética, acima do padrão da justiça de Deus; e isto é o mesmo que dizer que “Deus errou comigo e Ele tem de reconsiderar e reparar esse Seu erro, ainda que seja em Seu Tribunal Supremo, onde Ele mesmo presida como Juiz Absoluto...
Ora, a prédica de Eliú deixa patente que Deus não tem nenhuma obrigação de sequer dar satisfações ou prestar quaisquer favores a Jó, e por isso mesmo, inútil é pensar em forçá-Lo a comparecer em um Tribunal, para rever os termos do seu processo, só porque ele o quis assim, pensando que o requereu devidamente, dentro do seu direito de homem, de ter que ser ouvido...
No lugar de tentar corrigir a Deus, Eliú incita Jó a glorificá-Lo, de maneira que assim é que se prepara um clima para nos aproximarmos dEle, até que Deus Se sinta à vontade para manifestar-Se.
É importante notar que o Senhor constantemente faz uso de um predecessor, antes de agir como desejaria, a fim de levar homens a um nível espiritual em que os mesmos sejam abençoados, prevenindo a homens, a fim de que não tenham que ser duramente tratados. Assim foram os casos de Eleazar, que representou a Isaque e Abraão perante os pais de Rebeca, para pedi-la em casamento; Moisés e Arão pregaram a Palavra de Deus antes de Ele enviar as dez pragas sobre o Egito; o Anjo do Senhor em Boquim (Juízes 2), advertindo aos pecadores hebreus; também falando com Gideão (Juízes 6); e com Manoá (Juízes 13); Samuel diante de Eli (I Samuel 3); diante de Saul (I Sam. 9); e diante de Davi (I Sam. 16); Natã diante de Davi (II Samuel 12); a estrela-guia diante dos magos do Oriente, a milícia celestial diante dos pastores; o anjo Gabriel diante de Zacarias e de Maria, e assim inúmeros outros casos.
Eliú deixa marcante seu ponto de vista de que Jó não estaria sendo punido por Deus (35:15), e no capítulo 36 ele tenta transmitir a ideia de que através dos sofrimentos humanos nesta Terra, o Senhor ainda nos está aperfeiçoando, procurando de forma oculta aos olhos humanos, abrir-lhes o entendimento, ainda que de modo pouco desejado, mas muito edificante para seus espíritos, até mesmo para os perversos, a fim de que, se derem atenção aos santos propósitos divinos, poderão converter-se de iniquidade (36:10-11) e serem felizes.
Desta maneira Jó é exortado a suportar a aflição e a opressão (36:15), a fim de ser recompensado por isso; mas uma inoportuna reação irada e repulsiva da homem sofredor contra os propósitos de Deus, o estaria enchendo ainda mais de pecados em sua vida, atraindo juízos para si próprio. Infelizmente, Jó lançou mão deste expediente... mas como julgá-lo? Ninguém estava passando pelo pedaço por que ele passava... mas Eliú prossegue em expor suas razões.
Enaltecer às obras do Senhor, mesmo em meio às tribulações é, no mínimo, o que Ele espera de um sofredor, porque, em que pese o paradoxo, tem em vista abençoá-lo mais e mais.
Em Jó 36:24-33 Eliú começa a citar as obras que o Senhor faz, dignas do nosso louvor, motivo suficiente para se poder escapar da autocompaixão, e deixar-se para trás as dores que nos querem atormentar. Esta é uma forma de sublimar os nossos espíritos quando em aflições.
Deus é imenso, e as Suas obras admiráveis testificam-no. Eternos são os anos que Ele tem; não os podemos medir; a Sua Criação fez acontecer apenas como um simples detalhe do que faz no tempo.
As chuvas que caem das nuvens servem para regar a terra, ao mesmo tempo em que trovões e relâmpagos chegam a aterrorizar os homens, coisa que vem de encomenda para abalar a segurança dos Seus adversários.
No capítulo 37, Eliú prossegue em um tema para poesia, perfeito para exaltar a majestade de Deus. Seguindo o seu discurso por esta linha, ele então se apega a expressar o que realmente se torna em um hino de louvor ao Senhor.
Desta forma magnífica e extasiante, Eliú fala aquilo que estava faltando nos diálogos entre Jó e seus três amigos, enlevando os corações à presença do Altíssimo, fugindo de fórmulas acusadoras, de rebeliões, de causas polêmicas e entrando no caminho da adoração. Esse jovem deveria ser um bom ministro de louvor em sua congregação, pois seu enlevo divinal o demonstrou.
Como deixar de considerar as maravilhas de Deus? Inigualáveis, fato que deveria nos levar a meditar profundamente a respeito disso.
Humildemente, Eliú reconhece que todos os ali presentes, inclusive ele mesmo, são vidas envoltas em trevas a tal ponto em que não detêm a sabedoria que estaria à altura de escolher as melhores palavras que deveriam reverentemente ser dirigidas a Deus.
Se não podemos sequer olhar fixamente para o Sol com os nossos olhos nus, quando o céu está limpo das nuvens, o Senhor, na Sua santa morada resplende com a Sua glória inalcançável, cheia do Seu poder, e por isso o Seu juízo e a Sua justiça jamais poderiam ser totalmente compreendidos e tampouco questionados.
Daí concluiu Eliú que Ele é temido, não Se deixa intimidar e nem dá atenção aos que se julgam sábios aos próprios olhos.

Esta fala de Eliú, tão bela e bem colocada se encerra com essa nota admirável de louvor a Deus.
Às vezes pensamos por que o Senhor não repreendeu também a Eliú no final do livro, um vez que ele também comete alguns enganos no que tange ao caso de Jó, e encontramos a resposta no fato dele não se prender à filosofia da causa (o pecado) e o efeito (o castigo), que tanto foi usada pelos três amigos (35:15) e aborreceu ao homem em sofrimentos. A maneira mais humilde de expor os seus pensamentos, e, por fim, terminar preconizando a exaltação ao Senhor. O mesmo Senhor que não deveria jamais ser incluído em um pretenso processo judicial, como fazem os homens quando querem impugnar as ações de outros homens, como se Deus lhe fora seu igual.
Isto nos leva a refletirmos sobre quem somos, e quem é Deus, e quais são as Suas obras.
Somos descendência de Adão, o primeiro homem que pecou; estamos contaminados por uma herança maligna chamada pecado, e por mais que tenhamos que engolir sofrimentos na vida, não nos convém dirigirmos ao Senhor com palavras que O desonrem.
Porque Ele é bom, e deseja estender a Sua bondade sobre as Suas criaturas, principalmente àquelas que levam a Sua imagem e semelhança: os seres humanos.
Os males deste mundo atingem a todos, sem distinção, pois que o pecado abriu a porta para estes o seguirem e chegarem a nós de uma forma ou de outra.
Apesar dos nossos pecados, Deus ainda fez algo que abalou o poder dessa hegemonia do inferno. Ele nos enviou à Terra o Seu próprio Filho, santo, puro, sem pecado, para tomar sobre seus ombros o peso das nossas culpas na forma de uma cruz implacável e cruel, que O levou à morte, sobre o monte Calvário, um dia em Jerusalém.
Como, pois, questioná-Lo ou repudiar o que Ele fez? Ele mesmo Se deu para morrer em nosso lugar. Se sofrimentos desta vida nos machucam, Ele sofreu mais do que todos nós juntos, penando nas mãos de homens ímpios, sendo humilhado, maltratado, seviciado com requintes de crueldade... nem mesmo Jó sofreu mais do que Ele, que agiu assim apenas porque não queria que nós fôssemos condenados à morte eterna por causa de nossos pecados... e assim ele morreu em nosso lugar, para livrar-nos das múltiplas facetas das maldições que o pecado atrai sobre pecadores...
Vc. deseja ser livre dessa morte multidimensional, que atinge o nosso corpo, a nossa alma, e o nosso espírito? Por certo que sim. Pois Ele não nos fez esta pergunta, tendo em vista que já sabia qual seria a nossa resposta, mas logo se adiantou, e programou para Si mesmo o morrer dessa maneira, antes mesmo que o mundo existisse.
Esse mesmo Deus está agora no Céu, aguardando fervorosamente que cada um de nós, seres humanos que Ele criou para sermos o realce da Sua Criação, deixemos de ser parte de uma raça decadente que se corrompeu, desviou-se do Seu caminho, mas que volte-se a Ele; aceitemos o que Ele fez, nos arrependamos dos nossos pecados, e agarremo-nos à Sua cruz para sermos felizes com Ele, no Seu Reino de Luz.
Eu estou muito feliz em saber disso, e espero que Vc também usufrua dessa maravilhosa ventura. Venha a Jesus, caia aos Seus pés, seja erguido por Ele, e sinta o Seu abraço que nos arrebata deste mundo, e nos faz voar nas alturas como Seus filhos amados, para toda a eternidade.

Venha, Ele está lhe esperando.