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ESDRAS – VI – AS PORTAS SE ABRIRÃO

Quem foi que disse que as portas estão fechadas? Um inimigo? Alguma autoridade? Pois ouça o que Cristo diz:

  • “Estas coisas diz o Santo, o Verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre e ninguém fecha; e que fecha e ninguém abre...” (Apocalipse 3:7)

  • Esta autoridade é a autoridade real, do Rei de toda a Terra (Salmo 47:2). A chave de Davi é aquela do tipo da que o rei Davi tinha, de conquistar com força e poder para entrar aonde quer que fosse, de modo que todas as cidades e reinos por onde ele quis entrar, de um modo ou de outro, as portas se lhe abriram.

    Você acha que as portas se fecharam para V.? Não aceite isso como definitivo, até que veja o que Cristo ordenou ao apóstolo João escrever à igreja que estava em Filadélfia:

  • “ Conheço as tuas obras – eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força, entretanto guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.”(Apocalipse 3:8)

  • Os detalhes sobre o que aconteceu com essa igreja nos são ainda um mistério. Sabe-se que ela ficava em um platô muito próspero, dentro do território da atual Turquia, pelo cultivo de vinhas, e que eram mantidos naquela cidade vários cultos idólatras. A cidade em si fora muito assolada por terremotos, ao ponto de o povo que sobrevivera a estes ter decidido ir morar em tendas, situação que perdurou por anos.

    O ponto digno de nota, porém, é que quando o povo que se dispõe a ser fiel a Deus, não há o que possadeter a sua marcha.

    Agora vamos fazer uma digressão até o ano 457 A.C., em Jerusalém, quando judeus se esmeravam para a reconstrução dos muros da cidade, e uma carta fora escrita por um tal Reum, comandante das tropas de aquém do rio Eufrates, ao rei da Pérsia, Artaxerxes, injuriando aos que laboravam na obra, difamou-os, taxando-os de prováveis futuros conspiradores contra o Império Persa.

    Tal foi a calúnia, e tal foi resposta do rei, proibindo-os de reerguerem os muros da cidade. Mediante esta determinação oriunda da casa real, os desafetos dos judeus foram com força militar impedir a continuidade daquela obra.

    Jerusalém assim foi despojada da elevação de seus muros. Ao que tudo indica, os interventores chegaram até a derrubar pedras que haviam sido colocadas na reconstrução.

    Tudo parecia que ia permanecer naquele status quo. O Templo, naquela altura dos acontecimentos, já estava novamente em pé, reconstruído mas sem o acabamento das câmaras sacerdotais, provido de um contingente ainda modesto de sacerdotes e levitas para fazê-lo funcionar, e a cidade ficou sem seus muros para proteção da Casa de Deus e do povo que ali habitava, e isso já fazia cerca de sessenta anos. Provavelmente devido aos escassos recursos do povo judeu que vinha a Jerusalém para sacrificar, os holocaustos e ofertas não estavam sendo processados com a devida continuidade, de acordo com a Torah.

    Em Babilônia, terra do exílio dos judeus, por esse tempo havia um sacerdote chamado Esdras, que com o seu conhecimento da Lei da Moisés conseguiu convencer ao rei Artaxerxes da grandiosidade de Yaweh, o Deus de Israel, ao ponto desse monarca, juntamente com os seus conselheiros, chegarem à conclusão de que o Templo do Senhor em Jerusalém não deveria permanecer no esquecimento, como se fora um “elefante branco”, grande, bonito, mas menosprezado, não funcionando adequadamente.

    Os persas eram, na verdade, politeístas como a maioria dos povos da época, mas a perícia e a habilidade verbal de Esdras em explanar os temas da Palavra de Deus chegou a levar aquela corte persa a quase por-se de joelhos em adoração a Yaweh.

    O que foi que Esdras lhes falou, que Artaxerxes se fez sentir tocado pela mão de Deus?

    As palavras do sacerdote levita ali naquele momento não poupou exaltar a Yaweh pelos Seus muitos sinais, livrando o seu povo da escravidão do Egito lá pelo ano 1450 A.C., e que Israel foi privilegiado por séculos com a sua eleição com que fora escolhido para dedicar-se à adoração ao Deus dos deuses, e Senhor dos Senhores.

    Não se ocultou, entretanto, que embora aquela adoração não pudesse extinguir-se, as falhas gritantes do povo judeu culminou com que o seu exílio em Babilônia acontecesse como maneira de disciplinar-se a sua fé, de forma que os cultos, a Lei e a dedicação ao Senhor voltassem a ser levados a sério.

    Isto não isentaria, de outro lado, os babliônios, os quais cometeram grave pecado quando estes vieram para destruir aquela Casa do Senhor. A ganância pelo ouro e a arrogância de ousarem desafiar ao Deus de Israel fora notória, mas Ele assim consentiu por causa da conduta malévola do povo judeu, naquela conjuntura.

    Esdras, com sua facilidade em interpretar aqueles fatos à luz das Escrituras Sagradas (então o Velho Testamento) pois logrou esclarecer que o seu povo então arrependido das suas más obras, agora estava empenhado em voltar às boas maneiras com o seu Deus.

    Aquelas palavras de Esdras penetraram no coração de Artaxerxes e seus conselheiros. Eles então passaram a meditar sobre aqueles fatos, ficando cientes das promessas e ameaças que Yaweh fez ao Seu povo, e não foram tocados em vão.

    Eles consideraram que a remota destruição de Jerusalém, ocorrida no ano 586 A.C., pelas mãos dos babilônios não fora algo da alçada dos persas, e portanto seria um acontecimento a ser repensado, refletido, pois afinal, Ciro II, um antecessor do trono persa, já havia autorizado a reconstrução do Templo, no ano 538 A.C. Afinal, os persas tomaram o poder dos babilônios em 538 A.C., até com relativa facilidade, trazendo um drástico à dinastia de Nabucodonozor e ao império de Babilônia, como um sinal evidente de ter havido um castigo severo sobre os seus maus feitos.

    Malgrado as más línguas tenham-se oposto à reconstrução de Jerusalém, induzindo Artaxerxes a impedir a continuidade da obra anteriormente, quando chegou o ano 457 A.C., este mesmo rei foi constrangido pelo Espírito Santo, e não se deteve mais. Tendo tomado ciência da grandeza, poder e glória do Deus de Israel, decidiu expressamente honrá-Lo de forma inequívoca e sem mais tardança.

    Artaxerxes então percebeu que estava tendo uma linda oportunidade, sem par, de contribuir para que a adoração ao Senhor Yaweh não sofresse solução de continuidade. Ele não somente permitiu que aquela devoção espiritual prosseguisse, mas também quis participar na colaboração para este fim.

    Artaxerxes e seus conselheiros doaram então prata e ouro espontaneamente, dando um start para que em toda a província da Babilônia o povo todo ofertasse dons para a Casa de Deus em Jerusalém.

    Para que esse dinheiro todo? O que deveria Esdras fazer com aquele valor tão grande, algo aproximado a quiçá três milhões de dólares? O rei explicitamente o destinou para que se comprassem com ele novilhos, carneiros e cordeiros, e ofertas de manjares, para o fim específico de serem oferecidos na casa do Deus de Esdras!

    E não ficou só nisso...

    O temor de Deus realmente caiu sobre o espírito de Artaxerxes, ao ponto dele ordenar que os tesoureiros das terras de aquém do rio Eufrates também contribuíssem com tudo quanto o sacerdote Esdras pedisse em termos de prata (até cem talentos = 3 a 6 toneladas), cem coros de trigo (= mais ou menos 22 mil litros) de trigo, cem batos de vinho (= cerca de 2.200 litros) , cem batos de azeite e sal sem conta.

    Ademais, isenção de impostos e direitos para sacerdotes, levitas, cantores, porteiros, servidores do Templo e ministros da Casa de Deus foram oficialmente liberados, e dada ciência aos governante de aquém Eufrates.

    Quer mais? Artaxerxes ainda determinou que todo aquele que não observasse a Lei do Deus de Israel e dos persas, fosse justiçado com degredo, ou multa, ou prisão, ou até mesmo morte, conforme o julgamento do caso.

    Essas decisões foram tomadas por um imperador de um vasto império, que ao ouvir as palavras de um sacerdote levita a proclamar os atributos divinos do Senhor, verdadeiramente se impressionou, sob a intensa força e influência do Espírito Santo.

    Como estamos falando do nosso Deus às pessoas? Elas estão se interessando também em participar da Sua adoração?

    Será que as pessoas de fora estariam vendo que em nossos corações há um espírito de louvor e adoração ao Deus Único, Verdadeiro e Fiel de tal maneira que estas sejam incentivadas e movidas a também concluírem que todos nós somos criaturas que têm que ouvir e atender ao chamado do Espirito Santo e darem glórias ao Santo Soberano e Supremo?

    Magnífico Ele é, isso ninguém pode negá-lo. O mundo tem que reconhecer o Seu poder, a Sua majestade e todos os Seus divinos atributos.

    Seus atributos provocam dois tipos de sentimento nas pessoas: adorá-Lo ou não. Ou creem que Ele é digno de adoração e prestam-Lhe o devido louvor, ou procuram não dar-Lhe a atenção, menosprezando Àquele que tem o maior valor, o Ser mais importante do Universo e fora deste.

    Ignorá-Lo é querer lutar contra as evidências de Seu poder, Sua glória e Sua grandiosidade. Estes predicados são vistos em todas as Suas obras, como verdadeiras placas indicativas, que nos sinalizam e nos convidam a prosseguirmos na caminhada em Sua direção e doce companhia.

    Parar, voltar atrás, tampar os olhos e ouvidos é desprezar o Seu amor, Sua misericórdia para com os pecadores, e isso representa grave perigo, pois somente nEle encontramos salvação e vida abundante.

    Elevemos bem os nossos olhos e veremos que logo ali à frente do caminho do Senhor existe uma cruz – uma cruz enigmática, dramática, terrível, imponente, vistosa, cheia de mistérios, silenciosa mas muito atraente, de forma tal que ninguém poderia ignorá-la.

    A cruz de Jesus era de madeira, mas espiritualmente é tão grande ao ponto em que o mundo todo a vê como uma grande lâmpada a emitir sua luz de tal forma que todos, no mundo inteiro, têm que percebê-la, e interessar-se por saber o seu real significado na História Universal.

    Quem neste mundo deixou de ouvir a Seu respeito? Pois ela continua ali, bem no meio do caminho entre nós e Deus. Pois foi o próprio Deus quem a colocou ali, para que todos possam vê-la.

    Nela há um paradoxo: a ira de Deus se fez derramar sobre a vida de Seu próprio Filho, o Filho de Deus – para que a mesma não recaísse sobre nós, os pecadores, e assim ela foi levantada para nos dar mais um convite: o convite para nos aproximarmos dela, contemplarmos aquilo que nossos pecados produzem e fez com que Jesus padecesse em nosso lugar.

    Olhemos agora para Jesus. Ele morreu ali, mas ressuscitou, e nos diz:

  • “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jo.14:6)

  • Ele diz também:

  • “Vinde a mim...”

  • “Segue-me”...

  • Se O atendermos, teremos os nossos pecados perdoados, e receberemos vida nova com Deus. Que convite mais maravilhoso e benfazejo...

    Vamos a Ele agora, sem demora... Ele está nos esperando, com Seus braços abertos.